O Banco do Nordeste suspendeu temporariamente o serviço de Pix em 25 de janeiro de 2026 após sofrer um ataque cibernético. De acordo com a instituição, não houve vazamento de dados de clientes. O incidente teve origem na exploração de uma vulnerabilidade em um prestador de serviços ligado ao sistema de transações, e segue sob investigação das equipes técnicas.
Embora os sistemas centrais do banco e o Sistema Brasileiro de Pagamentos não tenham sido comprometidos, o episódio evidencia um desafio recorrente em ambientes de TI modernos: a dependência de ecossistemas digitais formados por múltiplos fornecedores e integrações.
Quando o risco não está no sistema central
Nesse cenário, a segurança da informação deixa de ser uma responsabilidade restrita à infraestrutura interna e passa a depender diretamente da maturidade tecnológica, dos controles operacionais e da governança adotados por parceiros terceirizados.
Em arquiteturas modernas e altamente integradas, sistemas críticos operam apoiados em APIs, serviços externos e fornecedores especializados, o que amplia a superfície de risco.
Mesmo ambientes centrais certificados e bem protegidos podem ter sua continuidade comprometida por falhas em integrações pouco monitoradas, acessos de terceiros ou ausência de critérios claros de governança na cadeia digital.
O risco, portanto, não está apenas no core da operação, mas em todo o ecossistema que sustenta os serviços essenciais.
Cadeias digitais ampliam os riscos cibernéticos
Instituições financeiras operam hoje em arquiteturas distribuídas, com fintechs, provedores de tecnologia, APIs e plataformas conectadas em tempo real. Esse modelo amplia a eficiência e a inovação, mas também aumenta a superfície de ataque e os riscos operacionais.
Ataques direcionados a prestadores de serviços, como no caso do Banco do Nordeste, demonstram que a cybersegurança precisa considerar toda a cadeia digital, incluindo governança de acessos, auditorias, monitoramento contínuo e planos de resposta a incidentes.
Governança de TI, conformidade e continuidade de negócios
Casos como esse reforçam a importância de práticas sólidas de governança de TI, alinhadas a normas, frameworks e certificações de conformidade. Esses elementos são fundamentais para reduzir riscos, atender exigências regulatórias e garantir transparência na gestão da segurança da informação.
Além da prevenção, ganha destaque a resiliência operacional; a capacidade de manter serviços essenciais, recuperar ambientes rapidamente e minimizar impactos operacionais e reputacionais diante de incidentes cibernéticos.
A abordagem da Penso para segurança e resiliência digital
Na Penso, segurança da informação e continuidade de negócios são tratadas como pilares estratégicos. Atuamos com soluções robustas de proteção de dados, backup e recuperação, apoiadas por parcerias tecnológicas consolidadas, como a Veeam, referência global em disponibilidade e resiliência de dados.
Nosso posicionamento é sustentado por certificados de conformidade, processos auditados e um histórico de premiações que reconhecem a excelência técnica e a maturidade das soluções entregues. Nosso foco está em apoiar organizações na construção de ambientes seguros, resilientes e preparados para incidentes.
O que o ataque ao Pix ensina para líderes de TI
O ataque que resultou na suspensão temporária do Pix não é um caso isolado. Ele sinaliza que a segurança digital precisa ser pensada de forma sistêmica, integrando tecnologia, processos, pessoas e parceiros.
Mais do que evitar incidentes, o desafio está em responder rapidamente, manter a operação e preservar a confiança.
Sua operação está preparada para um incidente que não começa dentro da sua infraestrutura?
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Penso, a gente resolve.