Durante anos, o backup foi visto como a última linha de defesa. Hoje, ele se tornou o primeiro alvo dos ataques de ransomware.
Durante muito tempo, a estratégia de proteção de dados partia de uma premissa simples: se algo desse errado, o backup estaria lá para salvar a operação. Esse cenário mudou radicalmente. Em 2025, ataques de ransomware passaram a mirar diretamente os sistemas de backup, eliminando a capacidade de recuperação antes mesmo de criptografar os ambientes produtivos.
O resultado é claro: empresas que ainda operam com backups tradicionais, sem imutabilidade e sem arquitetura adequada, descobrem tarde demais que perderam não apenas os dados, mas também a possibilidade de recuperação.
Por Que O Backup Virou O Primeiro Alvo Dos Ataques
Os grupos de ransomware evoluíram. Hoje, eles entendem profundamente as arquiteturas corporativas e sabem que criptografar servidores de produção não é suficiente. Se o backup permanecer íntegro, a empresa não paga o resgate.
Por isso, os ataques seguem um padrão cada vez mais recorrente:
- Identificação dos repositórios de backup
- Exclusão ou criptografia das cópias de segurança
- Comprometimento das credenciais administrativas
- Execução do ataque principal sem possibilidade de restauração
Backups que permitem alteração, exclusão ou retenção flexível se tornam alvos fáceis. Em muitos casos, o ambiente só descobre a falha quando tenta restaurar dados críticos e percebe que o backup também foi comprometido.
Backups Tradicionais Não Foram Criados Para Enfrentar Ransomware
Grande parte das estratégias ainda em uso foi desenhada para falhas operacionais, erros humanos ou indisponibilidades pontuais. Elas não consideram um cenário onde o atacante permanece dias ou semanas dentro do ambiente, estudando a infraestrutura antes de agir.
Sem imutabilidade, sem isolamento lógico e sem controle rigoroso de retenção, o backup deixa de ser uma camada de proteção e passa a ser apenas mais um ponto vulnerável da arquitetura.
Nesse contexto, não se trata mais de capacidade de armazenamento, mas de resiliência de dados.
O Papel Do Backup Imutável Na Continuidade Do Negócio
Backup Imutável não é um recurso adicional. É uma mudança de paradigma. Trata-se de garantir que, durante um período determinado, os dados não possam ser alterados ou excluídos, mesmo por usuários com privilégios elevados.
Essa característica rompe o ciclo do ransomware, porque impede que o atacante destrua as cópias de segurança antes de executar o ataque final. Mesmo que o ambiente produtivo seja comprometido, a capacidade de recuperação permanece intacta.
Quando combinado a políticas corretas de retenção, testes recorrentes e isolamento adequado, o backup imutável se torna um pilar essencial da continuidade do negócio.
A Estrutura 3-2-1-1-0 Como Fundamento Da Resiliência
A arquitetura moderna de proteção de dados evoluiu para o modelo 3-2-1-1-0, que estabelece:
- 3 cópias dos dados
- 2 tipos diferentes de mídia
- 1 cópia off-site
- 1 cópia imutável
- 0 erros nos testes de recuperação
Esse modelo não é teórico. Ele responde diretamente aos vetores de ataque atuais, reduzindo drasticamente o risco de perda total e garantindo previsibilidade nos processos de recuperação.
Sem a camada imutável, a estratégia fica incompleta e vulnerável.
Como A Penso Estrutura Backup Imutável De Forma Segura
A Penso atua no setor público e privado com foco em arquiteturas de resiliência desenhadas para cenários reais de ataque. Com as mais altas certificações do mercado e ISO-27001, a Penso entrega Backup em Nuvem, Backup Imutável e DRaaS como parte de uma estratégia integrada de continuidade.
Como parceira estratégica da Veeam, líder global em backup e recuperação, a Penso foi a primeira companhia brasileira a receber a certificação oficial do programa Veeam para Service Providers, que exige comprovação técnica rigorosa na entrega de serviços.
Essa expertise se traduz em arquiteturas que incluem:
- Backup imutável com políticas de retenção protegidas
- Ambientes isolados para recuperação segura
- Monitoramento contínuo dos repositórios de backup
- Testes recorrentes de restauração e recuperação
- Infraestrutura nacional, com aderência à LGPD e requisitos regulatórios
Esse conjunto garante que o backup não seja apenas armazenado, mas efetivamente recuperável quando mais importa.
Impacto Real Para Empresas E Órgãos Públicos
Em ambientes regulados, a perda de dados vai além do impacto técnico. Ela envolve riscos jurídicos, sanções regulatórias, paralisação de serviços essenciais e danos à reputação institucional.
Backups comprometidos significam auditorias sem resposta, serviços indisponíveis e decisões tomadas sob pressão extrema. É por isso que a resiliência de dados deixou de ser uma pauta exclusiva da TI e passou a ocupar o centro das decisões estratégicas.
Resiliência Não É Promessa. É Arquitetura Comprovada.
O ransomware já deixou claro: não basta ter backup. É preciso garantir que ele sobreviva ao ataque.
A Penso constrói arquiteturas de Backup Imutável baseadas no modelo 3-2-1-1-0, integradas a processos, governança e testes contínuos, assegurando que dados críticos permaneçam protegidos mesmo nos cenários mais adversos.
Se sua estratégia de backup ainda permite alteração, exclusão ou falha de recuperação, é hora de rever a arquitetura.
Fale com a Penso e descubra como estruturar resiliência real para proteger seus dados, sua operação e a continuidade do seu negócio diante das ameaças atuais.