
No artigo “Ransomware mira backups em 96% dos ataques e ameaça capacidade de recuperação das empresas”, Erik de Lopes Morais, COO da Penso Tecnologia, discute como os ataques cibernéticos passaram a focar no comprometimento das cópias de segurança para impedir a retomada das operações corporativas. Ele destaca que manter backups armazenados não é mais suficiente quando esse ambiente permanece acessível aos criminosos, que tentam apagar dados, alterar políticas de retenção ou comprometer credenciais antes de criptografar os sistemas produtivos, aumentando a pressão pelo pagamento de resgate.
Para combater essas ameaças, Erik enfatiza a importância de adotar tecnologias como o backup imutável — que impede a alteração ou exclusão dos arquivos durante o período de retenção — e integrá-lo a uma arquitetura mais ampla de resiliência. Além disso, ele reforça que as empresas devem implementar medidas como segmentação de rede, privilégio mínimo, autenticação multifator e realizar testes periódicos de restauração. O artigo conclui que possuir uma estratégia sólida de recuperação é o caminho para reduzir o poder de barganha dos criminosos e garantir a continuidade dos negócios.
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