No artigo “Brasil registra aumento de 25% nos ataques de ransomware e empresas enfrentam lacunas críticas em planos de recuperação”, Erik de Lopes Morais, COO da Penso Tecnologia, discute como a ausência de planos de recuperação estruturados deixa as empresas brasileiras vulneráveis diante do crescimento dos ataques de ransomware. Ele destaca que grande parte das organizações não tem clareza sobre o tempo necessário para retomar suas operações após um incidente, e que vulnerabilidades básicas, como a falta de autenticação multifator nas nuvens, potencializam ainda mais os danos causados por esses ataques.
Para combater essas ameaças, Erik enfatiza a necessidade de estabelecer métricas claras, como o RTO (Tempo Objetivo de Recuperação) e o RPO (Ponto Objetivo de Recuperação), que devem ser alinhadas à realidade operacional de cada negócio e não tratadas como um exercício burocrático. Além disso, ele reforça que as empresas devem entender que a resiliência cibernética vai muito além de possuir um simples backup, exigindo a capacidade de voltar a operar rapidamente e sem comprometer a integridade dos dados. O artigo conclui que a preparação estratégica para o pós-ataque é fundamental para evitar que incidentes se transformem em crises prolongadas e destrutivas.
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