Imagine que sua empresa acordou numa segunda-feira com todos os sistemas lentos. Na terça, intermitentes. Na quarta, fora do ar. E na quinta, você descobriu que não havia plano de recuperação estruturado.
Isso não é um cenário fictício. Foi exatamente o que aconteceu com a Advocacia-Geral da União.
Desde o dia 27 de fevereiro, a AGU enfrenta episódios recorrentes de lentidão, intermitência e indisponibilidade em seu data center. O problema foi tão grave que chegou à mais alta instância do Judiciário brasileiro.
O colapso afetou diretamente o Sistema Sapiens, ferramenta essencial utilizada pelos advogados públicos federais para acompanhar e gerir processos judiciais em todo o país.
O resultado? O ministro Edson Fachin, presidente do CNJ e do STF, determinou a suspensão dos prazos processuais em todos os tribunais e conselhos do Brasil para o período de 16 a 20 de março de 2026.
Uma falha de hardware. Prazos suspensos em todo o país. Advogados da União incapazes de trabalhar. Impacto no erário público.
Essa é a conta real de quem não tem Disaster Recovery.
O que causou o colapso?
Segundo nota técnica da própria AGU, as instabilidades decorrem de falhas em componentes físicos de hardware do data center, que geraram degradação de conectividade, acúmulo de requisições e lentidão sistêmica.
Em 10 de março, houve uma intervenção emergencial. Isolaram o componente com defeito. Os indicadores melhoraram. A equipe respirou aliviada.
Na manhã do dia seguinte, as instabilidades voltaram a se manifestar.
Esse é o sinal mais claro de que uma intervenção técnica emergencial não é a mesma coisa que um plano de continuidade. São coisas completamente diferentes.
A lição que todo gestor de TI precisa ouvir
A falha da AGU não foi um caso isolado de azar. Foi o resultado de uma fragilidade sistêmica que existe em boa parte das empresas e instituições brasileiras: a crença de que o data center vai aguentar.
Hardware falha. Isso é matemático. A questão nunca é ‘se vai falhar’, mas ‘quando vai falhar’ e, principalmente, ‘o que acontece depois?’
Sem acesso ao Sistema Sapiens, os advogados públicos ficaram impossibilitados de exercer plenamente a defesa judicial dos interesses da União, criando risco concreto de perda de prazos e prejuízo ao erário.
Traduzindo para o mundo corporativo: sem sistemas, sua empresa perde contratos, clientes e dinheiro. Todo dia parado tem um custo. E esse custo raramente está no orçamento de quem ainda não passou por um colapso.
O que é Disaster Recovery e por que ele teria evitado esse cenário?
Disaster Recovery não é backup. Essa confusão precisa acabar.
Backup é guardar uma cópia dos seus dados. Importante? Sim. Suficiente? Não.
Disaster Recovery é a capacidade de fazer a operação inteira voltar a funcionar rapidamente, mesmo depois de uma falha grave. É ter um ambiente espelho pronto para assumir em minutos, não em dias.
No caso da AGU, um DRaaS bem estruturado significaria que, no momento em que o hardware falhou, um ambiente de recuperação em nuvem assumiria automaticamente a operação. O Sistema Sapiens estaria disponível. Os advogados continuariam trabalhando. Os prazos não seriam suspensos.
O que é Disaster Recovery as a Service (DRaaS)?
DRaaS é a entrega do Disaster Recovery no modelo de serviço gerenciado, via nuvem. Em vez de a empresa precisar construir e manter uma infraestrutura de contingência própria, ela contrata esse ambiente como serviço, pagando mensalmente, sem grandes investimentos iniciais.
Na prática, funciona assim: seus sistemas críticos são replicados continuamente para um ambiente seguro na nuvem. Se o ambiente principal falhar, por qualquer motivo, o ambiente de recuperação assume a operação em minutos. Seus colaboradores continuam trabalhando. Seus clientes não percebem a interrupção. Seu negócio não para.
A diferença entre ter e não ter DRaaS não é técnica. É operacional. É a diferença entre uma empresa que para por dias e uma que passa pela crise sem que ninguém perceba.
Como a Penso resolve isso
A Penso oferece DRaaS com recuperação em até 30 minutos.
Com mais de 22 anos de experiência, certificação ISO 27001 e 5 Data Centers Tier III no Brasil, a Penso é parceira estratégica da Veeam, líder global em backup e recuperação.
Isso significa:
- Ambiente espelho em nuvem: se o data center primário cair, o ambiente de recuperação assume em minutos.
- Testes semestrais de recuperação: você não descobre que o DR não funciona no pior momento possível.
- Conformidade com o setor público: total aderência à Portaria Nº 197/2023 do CNJ sobre Políticas de Backup e Restore.
- Custos em real, sem exposição ao câmbio, com suporte 100% nacional.
A pergunta que você precisa responder hoje
Se o seu data center falhar amanhã, em quanto tempo sua operação volta?
Se você não souber responder com precisão, esse é o momento de conversar com a Penso.
Porque quando o colapso chega, não tem tempo para planejar. O plano precisa existir antes.
Penso, a gente resolve!