Em um cenário corporativo cada vez mais digitalizado, a capacidade de resistir a interrupções operacionais se tornou uma métrica essencial de maturidade.
Segundo levantamento recente, 56,73% das organizações não possuem um plano de Disaster Recovery completo, testado ou atualizado. Esse número é alarmante, especialmente quando se considera que, de acordo com estimativas do Gartner, a falta de continuidade pode gerar perdas financeiras de até R$30 mil por minuto de inatividade.
Além do impacto direto no caixa, a interrupção de operações críticas pode desencadear danos reputacionais, quebra de contratos, perda de confiança do mercado e até processos jurídicos. Nesse contexto, a construção de uma estratégia robusta de recuperação é mais do que uma decisão tecnológica. É um imperativo da continuidade dos negócios e setores públicos.
O Custo Real da Inatividade e o Risco de não ter Plano de Recuperação
Apesar da dependência crescente de aplicações em nuvem, automações e ambientes SaaS, muitas empresas ainda operam sem um plano formal de recuperação de desastres ou com estruturas incompletas e nunca testadas.
No levantamento da DCD, apenas 43,24% declararam possuir um DRP bem definido e testado regularmente. O restante se divide entre organizações que possuem planos não testados, medidas incompletas ou simplesmente nenhuma estratégia de recuperação.
A consequência é clara: tempos de resposta mais lentos, falhas de governança, dependência de processos manuais e incapacidade de restabelecer a operação dentro de parâmetros aceitáveis.
Para Erik de Lopes Morais, COO da Penso, a falta de preparo expõe fragilidades evitáveis: Disaster Recovery não é luxo. É uma salvaguarda essencial em um mundo onde ciberataques, falhas humanas e eventos climáticos extremos são cada vez mais comuns.
Um dos erros recorrentes das empresas e governos é acreditar que a presença dos dados na nuvem automaticamente garante proteção. Embora ambientes Cloud e SaaS ampliem a disponibilidade, eles não substituem políticas formais de continuidade, nem oferecem, sozinhos, mecanismos completos de recuperação.
Por Que o Disaster Recovery Continua Sendo Negligenciado
Entre as causas mais comuns identificadas por especialistas na área da resiliência digital, estão:
• Dependência de backups manuais
• Uso de soluções genéricas que não consideram criticidade do negócio
• Falta de mapeamento dos sistemas essenciais
• Falta de definição ou testes consistentes de RTO e RPO
• Ausência de integração entre TI e áreas de negócio
Para a Penso, um plano de recuperação eficiente exige mais do que tecnologia; depende de conhecimento da operação, análise de risco, arquitetura resiliente e capacidade de resposta coordenada.
Como Estruturar um Disaster Recovery Robusto em Ambientes Corporativos
A implementação de um plano de recuperação eficiente começa com etapas essenciais:
- Mapeamento dos sistemas críticos
- Entendimento detalhado dos fluxos de negócio
- Definição realista de RTOs e RPOs alinhados à operação
- Implementação de soluções adequadas à criticidade e ao volume de dados
- Testes contínuos, validação periódica e ajustes baseados em mudanças operacionais
Importante não perder de vista: o plano de Disaster Recovery é um organismo vivo. Ele precisa acompanhar a evolução tecnológica, as mudanças nos processos corporativos e o aumento das ameaças cibernéticas.
A Relevância de Soluções Certificadas e Arquiteturas Testadas
À medida que empresas ampliam sua dependência de dados, cresce também a necessidade de soluções que garantam recuperação rápida, confiável e auditável. É aqui que a experiência e as certificações do provedor fazem diferença direta no resultado.
A Penso é parceira estratégica da Veeam, líder global em backup e recuperação. Foi a primeira companhia brasileira a receber certificação Veeam, um programa rigoroso que exige comprovação técnica na entrega de serviços especializados.
Em 2024, fomos reconhecidos internacionalmente como Impact VCSP Partner of the Year, premiação concedida pela Veeam a parceiros que demonstram excelência na operação, consistência técnica e capacidade superior de entregar resiliência de dados.
Esse reconhecimento reflete não apenas domínio tecnológico, mas uma operação madura e auditável, alinhada aos padrões mais exigentes do mercado.
Por Que a Arquitetura da Penso é Destaque em Resiliência De Dados
Com certificações avançadas, incluindo ISO 27001, infraestrutura totalmente localizada no Brasil e compliance rigoroso com a LGPD, a Penso entrega soluções que atendem tanto o setor privado quanto a administração pública.
Entre as soluções Penso estão:
• Backup em Nuvem com retenção inteligente
• Backup Imutável para proteção contra ransomware
• DRaaS com recuperação orquestrada e monitoramento ativo
• Operação especializada 24×7
• Infraestrutura local com baixa latência e alta confiabilidade
Essa combinação permite que equipes de TI mantenham ambientes críticos seguros, disponíveis e preparados para responder rapidamente a incidentes.
Resiliência Não é Opcional, é Requisito de Continuidade
O cenário atual exige que líderes de TI repensem o papel da continuidade operacional e adotem estratégias que assegurem não apenas a disponibilidade, mas também a integridade, recuperação e governança dos dados.
À medida que os riscos aumentam e a dependência digital cresce, a ausência de um plano de recuperação deixa de ser uma fragilidade técnica e passa a ser um risco direto ao negócio.
O Custo da Inação é Maior do que o Investimento em Resiliência
A hora de construir resiliência é antes da crise, não depois. Empresas que tratam o Disaster Recovery como prioridade preservam receita, reputação, competitividade e confiança do mercado.
Com expertise certificada, infraestrutura local e parceria estratégica com a Veeam, a Penso apoia organizações de todos os portes na construção de arquiteturas resilientes, auditáveis e alinhadas às melhores práticas globais.
Quer saber como elevar a resiliência de dados da sua organização e reduzir riscos operacionais?
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