A imprensa destacou a falha recente em um data center que afetou sistemas da Advocacia Geral da União, evidenciando os riscos operacionais ligados à indisponibilidade de ambientes críticos. A instabilidade comprometeu o funcionamento de ferramentas essenciais e gerou risco de impactos diretos na operação, incluindo prazos e atividades estratégicas.
Erik de Lopes Morais, COO da Penso Tecnologia, explicou que falhas em componentes físicos ainda estão entre as principais causas de colapsos, podendo gerar lentidão, interrupções e efeito cascata nos sistemas. Segundo ele, a ausência de planejamento estruturado de continuidade amplia significativamente os danos quando esses incidentes ocorrem.
A cobertura reforçou que apenas ações emergenciais não são suficientes e destacou a importância de estratégias completas de recuperação. Nesse contexto, o conceito de disaster recovery ganha relevância ao garantir a retomada rápida das operações, indo além do simples armazenamento de dados.
O conteúdo também apontou que a continuidade do negócio depende de planejamento, testes e infraestrutura adequada, permitindo que empresas mantenham suas operações mesmo diante de falhas críticas.
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