
No artigo “IA intensifica ataques de ransomware e reduz tempo de reação das empresas brasileiras”, Erik de Lopes Morais, COO da Penso Tecnologia, discute como o avanço da inteligência artificial está transformando a dinâmica dos ataques cibernéticos e reduzindo o intervalo entre a identificação de uma vulnerabilidade e sua exploração. Ele destaca que o crescimento de ataques viabilizados por IA — que aumentaram 89% no primeiro semestre de 2026 em comparação com o mesmo período do ano anterior, segundo dados divulgados pela CrowdStrike — amplia a capacidade dos criminosos de identificar vulnerabilidades, automatizar etapas de invasões e desenvolver abordagens de engenharia social mais convincentes.
Para combater essas ameaças, Erik enfatiza que as empresas precisam ir além da prevenção e estruturar estratégias efetivas de recuperação da operação, especialmente diante da evolução dos ataques de ransomware. Ele reforça a importância de contar com backups independentes, políticas de recuperação, definição prévia dos sistemas prioritários e testes periódicos de Disaster Recovery, além de avaliar os riscos relacionados a ambientes em nuvem e plataformas SaaS. O especialista também destaca que segurança, backup e continuidade de negócios precisam ser tratados como partes de uma mesma estratégia, com processos capazes de responder à velocidade dos ataques automatizados. O artigo conclui que, diante de ameaças potencializadas por IA, as empresas precisam estar preparadas não apenas para evitar uma invasão, mas também para recuperar seus dados e restabelecer a operação rapidamente caso ela aconteça.
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