Como garantir continuidade assistencial quando hospitais dependem 100% de HIS, PEP e PACS em tempo real
Em um hospital, a indisponibilidade de sistemas não é um problema “para depois”. Ela acontece durante o atendimento. No momento em que o médico consulta um exame, valida alergias, ajusta uma prescrição ou decide por uma cirurgia, o acesso ao histórico clínico é decisivo. Se o prontuário eletrônico não abre ou o sistema trava, a decisão continua sendo exigida, só que sem informação.
E, no setor da Saúde, decidir sem histórico é risco assistencial. O problema não é apenas perder dados. É perder acesso a eles no momento crítico.
Por que a disponibilidade de dados é vital no setor hospitalar?
Hospitais operam em tempo real. Diferentemente de outros segmentos, não existe “pausa” para manutenção ou restore. A operação clínica é contínua nas 24 horas do dia, nos 7 dias da semana.
Toda a assistência depende diretamente de sistemas como:
- HIS (Hospital Information System)
- PEP (Prontuário Eletrônico do Paciente)
- PACS (armazenamento de imagens médicas)
- sistemas laboratoriais
- plataformas de prescrição e faturamento
Esses ambientes concentram o histórico completo do paciente. Sem eles, o cuidado perde contexto. Na prática, a tecnologia deixou de ser suporte, agora ela é parte do atendimento.
O que acontece quando o sistema cai durante o atendimento?
A indisponibilidade não gera apenas desconforto operacional. Ela cria efeitos imediatos na assistência. Alguns impactos comuns incluem:
- atrasos em cirurgias e procedimentos
- decisões clínicas com informação incompleta
- aumento de risco assistencial
- retrabalho manual e registros em papel
- filas, gargalos e queda de produtividade
- impacto direto no faturamento hospitalar
Em ambientes críticos, minutos de parada já são suficientes para comprometer a qualidade do cuidado. Por isso, continuidade digital e continuidade assistencial são inseparáveis.
O maior risco não é perder o dado. É perder o momento
Muitas estratégias de proteção ainda seguem a lógica tradicional: fazer backup e restaurar depois. Funciona para setores administrativos, mas não funciona para a Saúde.
Uma UTI não pode esperar restore.
Um centro cirúrgico não pode aguardar a TI.
Uma emergência não pode operar “offline”.
Se o histórico some no meio da decisão, o impacto já aconteceu, mesmo que o backup esteja íntegro.
Resiliência hospitalar exige:
- acesso contínuo
- recuperação quase imediata
- tempos de retorno previsíveis
- mínima interrupção operacional
Nesse caso, não basta ter cópia dos dados, é indispensável ter disponibilidade.
Cyberataques e falhas técnicas ampliam a vulnerabilidade dos hospitais
O setor de Saúde está entre os principais alvos de ransomware e sequestro de dados no mundo. Além de ataques, existem riscos diários como:
- falhas de infraestrutura
- erros humanos
- panes elétricas
- problemas de atualização
- indisponibilidade de storage ou rede
Quando sistemas clínicos param, o impacto não fica restrito à TI. Param também consultas, exames, internações, auditorias e faturamento, gerando prejuízos assistenciais, financeiros e regulatórios, especialmente frente às exigências da LGPD.
Proteger dados clínicos é, acima de tudo, gestão de risco operacional.
Backup hospitalar precisa ser rápido o suficiente para o cuidado
Backup tradicional (focado apenas em armazenamento) não atende mais a realidade hospitalar. A TI precisa garantir que o ambiente volte no mesmo ritmo do atendimento.
Isso exige:
- backups imutáveis
- testes frequentes de restauração
- recuperação granular de prontuários e VMs
- ambientes de contingência
- RTOs compatíveis com minutos, não horas
Tecnologias especializadas, como as da Veeam, parceira estratégica da Penso há mais de 22 anos, integram estratégias de recuperação que permitem automatizar políticas, validar restaurações e reduzir drasticamente o tempo de indisponibilidade.
Disaster Recovery hospitalar: como manter o histórico sempre acessível
É aqui que entra a arquitetura de Disaster Recovery da Penso.
A Penso estrutura ambientes resilientes combinando backup imutável, replicação, orquestração de recuperação e ambientes de contingência com Veeam.
Na prática, isso permite:
- restaurar rapidamente sistemas críticos (PEP, HIS e PACS)
- ativar ambientes secundários em caso de falha ou ataque
- reduzir drasticamente o tempo de parada
- garantir acesso contínuo ao histórico do paciente
O foco não é “recuperar depois”. É continuar operando durante o incidente. Porque na Saúde, o dado precisa estar disponível exatamente quando a decisão acontece.
Continuidade digital é continuidade do cuidado
O prontuário médico não pode desaparecer no meio da decisão. Instituições que tratam disponibilidade, backup e segurança como pilares estruturais fortalecem sua assistência, protegem sua reputação e garantem sustentabilidade financeira.
Mais do que proteger sistemas, a resiliência digital protege vidas.
👉 Converse com os especialistas da Penso e descubra como estruturar um ambiente hospitalar realmente resiliente.
Penso, a gente resolve.